
caminho vocacional e formação
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CADA VOCAÇÃO: DOM DE DEUS
A nossa Família religiosa é perenemente grata ao Senhor pelo dom da vocação, que prolonga no tempo o nosso carisma, e tem a plena consciência que a formação deve constituir o seu empenho prioritário para realizar a vocação pessoal, garantir a unidade do Instituto e promover sua vitalidade.
O perseverante empenho de fidelidade ao espírito de origem, o contínuo aprofundamento dos valores do próprio carisma e a renovação do nosso serviço na Igreja são condições fundamentais para a nossa formação. (C.13)
PALAVRAS DO PAI SÃO FRANCISCO
Aqueles que, por inspiração do Senhor vêm a nós, querendo aceitar esta vida, sejam recebidos benignamente. E no tempo oportuno sejam eles apresentados aos ministros, aos quais cabe o poder de admiti-los à fraternidade.
Os ministros se certifiquem se os aspirantes têm verdadeira adesão à fé católica e aos sacramentos da Igreja. Se eles forem idôneos, sejam iniciados na vida da fraternidade. Seja-lhes diligentemente exposto tudo o que pertence a esta vida evangélica, especialmente estas palavras do Senhor: Se queres ser perfeito, vai e vende tudo o que tens e dai aos pobres e terás um tesouro nos céus; depois vem e segue-me. E se alguém quiser vir depois de mim, renuncie a si mesmo, carregue sua cruz e siga-me.
Assim, conduzidos pelo Senhor, iniciem a vida de penitência, cientes de que todos nós estamos em contínua conversão. Como sinal de conversão e consagração à vida evangélica, usem vestes baratas e vivam de modo simples.(Regra 4-6)
FORMAÇÃO INTEGRAL
A formação tem “o objetivo principal de submergir as religiosas na experiência de Deus e ajudá-las a aperfeiçoá-la, progressivamente, na própria vida”.
A formação nas suas várias etapas é um processo contínuo e unitário que deve abraçar a totalidade da pessoa nos seus vários aspectos: físico, espiritual, intelectual e moral. Deve, além disso, ser adequada a cada pessoa, individualmente, ou seja, personalizada, sobretudo no nosso tempo em cujo fenômeno da globalização induz à despersonalização e à massificação do indivíduo.
O programa das singulares etapas do caminho formativo é indicado no Estatuto de formação. C.13.2
ACOMPANHAMENTO VOCACIONAL
Chama-se a Formaçaõ inicial o conjunto de vários momentos de acompanhamento vocacional onde a jovem possa discernir e decidir da sua vida vocacional segundo o coração de Deus.
Para isso como primeira etapa temos os encontros vocacionais residenciais e on line. As experiencias dos encontros vocacionais são semanais ou mensais. A irmã responsável depois visita as familias das candidatas e em fim faz um mês da experiecnia chamada "Vinde vede" antes de ingressar na vida do Aspirantado.
ASPIRANTADO E POSTULANTADO
A segunda etapa seria um ano de experiecnia na casa de formação (atualmente na cidade de Candeias-BA) ou numa das casas das irmãs tendo um primeiro contato e conhecimento da vida e missão das Irmãs. É o tempo de aspirar-se do carisma.
AS ETAPAS FORMATIVAS
Como terceiro momento temos o tempo de postulantado com a duração de um a dois anos onde atraves as aulas, oração, acompanhamento pessoal e convivencia com as demais candidatas e as irmãs vai amadurecendo sua vocação. A Fraternidade onde está a candidata oferece um clima espiritual e apostólico, adaptado para maturação do projeto vocacional das jovens e para alcançar os objetivos do Postulantado
NOVICIADO:
O Noviciado é “um tempo de iniciação integral à forma de vida que o Filho de Deus abraçou e nos propôs no Evangelho”.
Isso dura vinte e quatro meses, dos quais doze consecutivos devem ser considerados canônicos. Pela sua validade se tenha presente quanto ao que prescrevem os cânones 647, 648, 649. C.17.1
As Noviças, num clima de solicitude e de silêncio, aprenderão a deixar-se guiar e formar pela ação do Espírito, para viver o citado programa, entrando num relacionamento vital com Cristo e, n’Ele, a tornarem-se disponíveis à vontade salvífica do Pai.
No caminho de cada dia, a Noviça se confia a Maria, que “conservava as palavras do Filho, meditando-as no seu coração”, a fim de que Maria seja, a cada dia, o seu modelo e a sua guia no acolher a Palavra, encarná-La na própria vida e com Ela e como Ela, oferecê-la aos homens.
Para não distanciar-se deste programa de vida, as Noviças não são ocupadas em estudos ou encargos.
Da sua parte, as Noviças se empenham em colaborar ativamente com a Mestra.
5Também a Fraternidade deve colaborar para a formação das Noviças com o exemplo e a oração.
JUNIORATO C.18
Com a Profissão Temporária têm início a terceira etapa da formação: o Juniorato.
A Igreja prescreve que “depois da Primeira Profissão se continue a formação de todos os membros, para viverem mais plenamente a vida própria do Instituto e tornarem-se cada vez mais idôneas, para realização da sua missão”.
O período da Profissão Temporária dura cinco anos e pode ser prolongado por mais um ano. Entretanto, se parecer oportuno, pode ser prolongado para outros três anos.
O período do Juniorato é uma fase muito delicada, porque a jovem irmã passa da proteção que tinha no Postulantado e no Noviciado, para um estilo de vida mais livre e autônomo, requerido pelas atividades que lhe são confiadas.
Tal passagem pode comportar um certo perigo e desorientação, pois a jovem deve descobrir um novo modo para ser fiel às exigências da vida espiritual e do carisma do Instituto.
Por isto, as Neo-Professas transcorram pelo menos um primeiro período, numa Fraternidade formativa própria, segundo a indicação da Superiora Maior, sob o cuidado da Mestra do Juniorato e à dependência da Superiora Local.
A vida comunitária constitui para as Junioras a escola onde, através do testemunho das Irmãs, aprendem a consolidar a própria identidade; para tornarem-se membros ativos de uma família que trabalha, unida no amor, para a glória de Deus e o bem das almas; para sentirem-se parte da Igreja Local a serviço dos irmãos especialmente pobres.
FORMAÇÃO PERMANENTE c.19
A formação permanente se estende por toda a vida e deve abraçar o aspecto espiritual, apostólico, doutrinal e prático.
Só gradualmente, de fato, se pode compreender as exigências da chamada Divina e assimilar os valores da nossa forma de vida, assumindo, em conseqüência, as responsabilidades derivadas.
Nenhuma fase da vida se pode considerar tão segura e fervorosa, que exclua os cuidados específicos para garantir a perseverança na vocação e para evitar o risco de hábitos, com a conseqüente tentação da desilusão e do pessimismo. Assim também, não existe idade que possa considerar consumada a maturidade da pessoa.
Aqui nasce a necessidade de uma contínua verificação da fidelidade ao Senhor e ao carisma do nosso Instituto, nas novas situações que aos poucos se apresentam na vida.
A VOCAÇÃO É PARA A MISSÃO DA IGREJA
O Instituto, consciente que cada vocação é suscitada pelo Espírito Santo para a construção do Reino de Deus, participa na pastoral vocacional da Igreja.
O futuro da nossa missão na Igreja não depende só do empenho de fidelidade com que respondemos, cada dia, à vocação mas, também, da proposta do nosso carisma às jovens do nosso tempo.
O florescer das vocações é a verificação incontestável da fecundidade de um Instituto religioso, porque só a vida gera vida.C.15
FRATERNIDADE, LUGAR PRIVILEGIADO DA FORMAÇÃO
O lugar privilegiado da formação é a singular Fraternidade, onde cada Irmã deve sempre sentir-se, ao mesmo tempo, educadora e discípula das suas co-Irmãs.
Na Fraternidade, como numa família, se aprende a viver. A aceitação das diversidades, das riquezas e dos limites dessas diversidades, apresentadas por cada irmã, o diálogo atento e paciente e, sobretudo, a generosa partilha dos dons que cada uma recebeu de Deus, constitui dos percursos de maturação humana e espiritual.
Uma Fraternidade é formativa na medida em que permite a cada uma crescer na fidelidade ao Senhor segundo o nosso carisma. Por isso, as jovens, durante o período da sua formação, devem viver na Fraternidade, particularmente constituída para elas, onde cada membro possa ser-lhes modelos de vida.
PASTORAL VOCACIONAL
Jovens que gostarim ser acompanhadas entrem em contato com a Ir. Andrea, responsável pela pastoral vocacional.
A oração, a experiência fraterna e os aprofundamentos vão lhe ajudar a discernir melhor e tomar a decisão com mais tranquilidade e discernimento. Entre em contato conosco.
A oração, a experiência fraterna e os aprofundamentos vão lhe ajudar a discernir melhor e tomar a decisão com mais tranquilidade e discernimento. Entre em contato conosco.
A formação tem “o objetivo principal de submergir as religiosas na experiência de Deus e ajudá-las a aperfeiçoá-la, progressivamente, na própria vida”.
A formação nas suas várias etapas é um processo contínuo e unitário que deve abraçar a totalidade da pessoa nos seus vários aspectos: físico, espiritual, intelectual e moral. Deve, além disso, ser adequada a cada pessoa, individualmente, ou seja, personalizada, sobretudo no nosso tempo em cujo fenômeno da globalização induz à despersonalização e à massificação do indivíduo.
O programa das singulares etapas do caminho formativo é indicado no Estatuto de formação. C.13.2
SETE ETAPAS DA VIDA VOCACIONAL DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Para você que é um vocacionado(a), se queres descobrir sua vocação, junto com pai São Francisco eis aqui algumas pistas:
1º passo: a proposta de Jesus a Francisco: Queres servir o senhor ou o servo?
De fato, pouco depois, teve a visão de um esplêndido palácio, em que encontrou toda sorte de armas e uma noiva belíssima. No sonho, foi
chamado de Francisco e seduzido pela promessa de possuir todas aquelas coisas. Tentou, por isso, ir à Apúlia para entrar no exército e preparou com muita largueza tudo que era preciso, com pressa de ser armado cavaleiro. É que seu espírito, ainda carnal, estava dando uma interpretação mundana à visão que tinha tido, na realidade muito mais valiosa nos tesouros da sabedoria de Deus.
Foi assim que uma noite, estando a dormir, ouviu pela segunda vez em sonhos alguém que lhe falava, interessado em saber para onde estava indo. Contou seus planos e disse que ia combater na Apúlia. Mas a voz insistiu:
-
"Quem lhe pode ser mais útil: o senhor ou o servo?"
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"O senhor", respondeu Francisco.
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"Então, por que preferes o servo ao senhor?"
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"Que queres que eu faça, Senhor?" perguntou Francisco.
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"Volta para a terra em que nasceste, porque é espiritualmente que vou fazer cumprir a visão que tivestes".
Voltou imediatamente, já exemplarmente obediente e, deixando de lado a própria vontade, passou de Saulo a Paulo. Paulo foi derrubado e, duramente castigado, proferiu palavras admiráveis. Francisco trocou as armas materiais pelas espirituais, e recebeu o comando de Deus no lugar da glória militar. Aos muitos que se admiravam de sua invulgar alegria, dizia que haveria de ser um grande príncipe. (2Celano 6)

2º passo: Enfrentar as dificuldades entre os amigos:
Texto: Começou a transformar-se num homem perfeito e passou a ser outra pessoa. De volta para casa, foi seguido pelos filhos de Babilônia, que tentavam levá-lo para onde não queria, mesmo contra sua vontade. Porque um grupo de jovens de Assis, que antes o tinha tido como líder de suas aventuras, continuou a convidá-lo a seus banquetes, em que sempre se serviam lascívia e chocarrices. Escolheram-no como chefe, porque tinham experiência de sua liberalidade e esperavam que pagasse as despesas de todos. Obedeciam para encher a barriga e se submetiam para poder saciar-se.
Francisco não rejeitou a honra para não parecer avarento e, mesmo absorvido em suas santas reflexões, não deixou de se comportar como devia: preparou um banquete suntuoso e mandou servir iguarias em abundância. Saturados a ponto de vomitar, mancharam as praças da cidade com suas canções de bêbados.
Francisco acompanhava-os como comandante levando o cetro na mão, mas, devagar, foi se distanciando deles. Interiormente já estava surdo a tudo aquilo, e ia cantando a Deus em seu coração. Como ele mesmo contou depois, foi tamanha a doçura divina que sentiu nessa ocasião, que não podia dizer palavra ou dar um passo. Invadira-o um afeto espiritual que o arrebatou para as realidades invisíveis, diante das quais achou que todas as coisas da terra eram absolutamente frívolas, sem valor (2Celano 7).
Então o segundo passo seria saber lidar com os amigos: Não se esquecer da cortesia no meio das sagradas meditações!

3º passo: Despir-se para vestir os pobres (fazendo-se amante, principalmente dos pobres)
Texto: Desde esse tempo, passou a ser o maior amigo dos pobres, fazendo ver, nesse começo, a perfeição que haveria de atingir mais tarde.
Muitas vezes despiu-se para vestir os pobres, procurando assemelhar-se a eles se não de fato, nesse tempo, pelo menos de todo coração.
Numa peregrinação a Roma, o amor da pobreza levou-o a tirar sua roupa rica e a vestir a de um pobre. Juntou-se
alegremente aos mendigos no átrio da igreja de São Pedro, onde são numerosos, e comeu avidamente com eles, sentindo-se seu companheiro. E se não fosse pela presença de conhecidos, teria feito a mesma coisa muitas outras vezes.
Diante do altar do príncipe dos apóstolos, admirado de serem tão poucas as esmolas lá deixadas pelos visitantes, jogou uma mão cheia de dinheiro, para mostrar que devia ser especialmente honrado por todos aquele que por Deus foi honrado acima de todos os demais.
Muitas vezes presenteou sacerdotes pobrezinhos com paramentos sagrados, pois prestava a todos a devida honra, mesmo nos graus mais inferiores. Absolutamente íntegro na fé católica e destinado a receber uma missão apostólica, sempre teve a maior reverência para com os ministros de Deus e os seus ministérios (2 Celano 08).
Então o terceiro passo seria ser amante dos pobres e necessitados. Pois eles também são teus irmãos!
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4º passo: o que era amargo tornou-se doçura de alma e corpo!
Ele, que tinha natural aversão pelos leprosos, julgando-os a monstruosidade mais infeliz do mundo, encontrou-se um dia com um, quando andava a cavalo por perto de Assis. Ficou muito aborrecido e enjoado mas, para não quebrar o propósito que fizera, apeou e foi beijá-lo. O leproso estendeu-lhe a mão para receber alguma coisa e recebeu de volta o dinheiro e um beijo. Francisco tornou a montar e olhou para todos os lados mas, apesar de estar em campo aberto,e não
viu mais o leproso.
Cheio de admiração e de alegria, poucos dias depois tratou de repetir a boa obra. Dirigiu-se para onde moravam os leprosos, deu dinheiro a cada um deles e beijou-lhes a mão e a boca. Assim substituiu o amargo pelo doce e se dispôs corajosamente para o que ainda estava por vir.
Então o quarto passo seria saber transformar pessoas, situações e relacionamentos amargos em doce e vice-versa.

5º passo: Francisco escuta a voz de Deus crucificado: “Francisco vai e restaura a minha Igreja que está em ruinas”.
Texto: . Já inteiramente mudado de coração, e a ponto de mudar de vida, passou um dia pela igreja de São Damião, abandonada e quase em ruinas. Levado
pelo Espírito, entrou para rezar e se ajoelhou devotamente diante do crucifixo. Tocado por uma sensação insólita, sentiu-se todo transformado. Pouco depois, coisa inaudita, a imagem do Crucificado mexeu os lábios e falou com ele. Chamando-o pelo nome, disse: "Francisco, vai e repara minha casa que, como vês, está em ruinas". A tremer, Francisco espantou-se não pouco e ficou fora de si com o que ouviu. Tratou de obedecer e se entregou todo à obra. (2 Celano 10).
Então o quinto passo seria sentir-se o amor e a paixão para a Igreja e para as coisas da Igreja.


6º passo: A perseguição do pai e do irmão carnal
Texto: Entregue às obras de piedade, foi perseguido por seu pai que, julgando uma loucura seu serviço a Cristo, amaldiçoava-o por toda parte. Por isso o servo de Deus
tomou como pai um homem do povo, muito simples, e pediu que lhe desse a bênção cada vez que seu pai o amaldiçoasse. Executou,
assim, concretamente, o que foi dito pelo profeta:
"Eles poderão amaldiçoar; tu abençoarás".
Devolveu ao pai o dinheiro que, como homem de Deus, gostaria de ter gasto na reforma daquela igreja. Fez isso a conselho do bispo da cidade, homem muito piedoso, que lhe disse não ser lícito gastar em coisas sagradas bens mal adquiridos. E
disse, na frente de muitas pessoas que se tinham ajuntado: "Agora poderei dizer livremente: Pai nosso, que estais nos céus. Pedro Bernardone já não é meu pai, e a ele devolvo tanto o dinheiro como a minha roupa toda. Irei nu para o Senhor".
Seu irmão de sangue também o feria com palavras envenenadas, a exemplo do pai. Numa manhã de inverno, vendo Francisco a orar coberto de trapos e tremendo de frio, disse com perversidade a um concidadão: "Pede a Francisco para te vender um tostão de suor". Ouvindo isso, o homem de Deus se alegrou muito e respondeu sorrindo: "De fato, vou vendê-lo muito caro ao meu Senhor". (2Celano 12)
Então o sexto passo seria saber enfrentar as dificuldades, criticas e julgamentos da parte dos familiares, amigos, parentes e, até mesmo das pessoas da Igreja, dos grupos e pastorais.

7º passo: A vergonha que venceu
Texto: Andava um dia por Assis, mendigando óleo para as lâmpadas da igreja de São Damião, que estava reparando. Dando com uma porção de pessoas a se divertir na porta da casa em que queria entrar, ficou envergonhado e se afastou. Mas soube volver seu nobre espírito para o céu, recriminou a própria fraqueza e venceu a si mesmo. Voltou imediatamente para a casa e expôs abertamente, diante de todos, as causas de sua vergonha. Como que embriagado de espírito, pediu óleo em francês e o conseguiu.
Então o sétimo passo seria saber vencer a vergonha e o medo.

E após de ter feito esses 7 passos Francisco entendeu bem o que Deus queria dele quando chegou o primeiro amigo a seguí-lo: o Frei Bernardo
Texto: Um certo Bernardo, de Assis, que depois foi modelo de perfeição, desejando, a exemplo do homem de Deus, desprezar completamente o mundo que passa, foi pedir seu conselho, dizendo:
"Pai, se alguém tivesse possuído por muito tempo os bens de algum senhor, e já não os quisesse mais, qual seria a melhor coisa a fazer?" O homem de Deus respondeu que deveria devolver tudo ao senhor de quem recebera. Então Bernardo disse:
"Sei que tudo que tenho me foi dado por Deus. Estou resolvido a dar tudo de volta, de acordo com o teu conselho". Respondeu o santo:
"Se queres provar o que dizes, iremos bem cedo à igreja, tomaremos o Evangelho e pediremos conselho a Cristo".
Por isso foram à igreja logo de manhã, rezaram primeiro com devoção e depois abriram o Evangelho, dispostos a fazer a primeira proposta que ocorresse. Abriram o livro e foi este o conselho de Cristo: "Se queres ser perfeito, vai e vende tudo que tens, edá-o aos pobres". Na segunda vez: "Não leveis nada pelo caminho". E numa terceira vez: "Quem quer vir após mim, renuncie a si mesmo". Bernardo não perdeu tempo para cumprir tudo isso e não deixou de observar uma vírgula do conselho recebido.


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